Nota Pública da ABEPSS sobre o Descredenciamento da UNITINS

31 agosto, 2009

Nos  últimos  dias  recebemos  a  notícia  do  descredenciamento  da  UNITINS  pelo
Ministério da Educação após um  longo processo no qual o órgão público que  tem a atribuição
da fiscalização do oferecimento da educação como um serviço público finalmente cumpriu com
suas  atribuições. Diante  da  precarização  e  desqualificação  do  ensino  superior,  especialmente
com o oferecimento da graduação à distância, a ABEPSS, junto com as entidades nacionais da
categoria,  vêm  cobrando  do Ministério  da Educação  que  exerça  o  seu  papel,  o  que  não  vem
ocorrendo  sistematicamente,  constituindo-se  esta  situação  da  UNITINS  uma  exceção.  Pelo
contrário, este órgão tem incentivado um amplo processo de mercantilização do ensino superior,
o qual vimos denunciando vigorosamente. Portanto, recebemos a notícia do descredenciamento
dos cursos da UNITINS com a seriedade que a situação requer: os arautos da mercantilização,
da precarização e da desqualificação  sofreram uma derrota, em meio a  tantas vitórias desde a
aprovação  da  LDB  que  trouxe  em  seu  bojo  o  laisser-faire  do  mercado  para  a  educação
brasileira, especialmente de nível superior.
A ABEPSS poderá marchar com alunos e professores da UNITINS em defesa do ensino
público,  gratuito,  laico  e  de  qualidade,  e  da  graduação  em  serviço  social  presencial,  que
assegure  a  articulação  entre  ensino, pesquisa  e  extensão,  o  estágio  supervisionado  em  acordo
com  as  requisições  legais  e  profissionais,  e  o  perfil  prático-crítico  previsto  nas  Diretrizes
Curriculares  da  ABEPSS.  Mas  não  nos  posicionaremos  –  nem  aceitaremos  cobranças  e
provocações nesse sentido – em defesa do indefensável: uma instituição pública que se prestava
ao papel de intermediadora de interesses privados, do lucro fácil e rápido, oferecendo o acesso à
formação  como  farsa  e  tragédia.  Na  verdade,  nada  do  que  defendemos  historicamente  vem
sendo assegurado pelas graduações  à distância,  comprometendo ao  fim  e  ao  cabo os  serviços
prestados  à  população  brasileira,  que  poderá  ser  atendida  por  pessoas  que  não  adquiriram  as
competências e habilidades profissionais nem o perfil ético-político que a realidade brasileira e
a  implementação de políticas públicas  requisitam. Em  todo o Brasil, a ABEPSS e o Conjunto
CFESS/CRESS vêm montando dossiês com os desmandos dos “tubarões do ensino”, realizando
audiências  públicas,  impetrando  ações  judiciais. Vimos  assistindo  com  muita  preocupação  e
indignação à bibliografia ser transformada em apostilas empobrecidas e ao processo pedagógico sendo reduzido a encontros circunstanciais e mediados por mídias entre alunos e tutores, muitas
vezes sem a formação em serviço social, em instalações físicas precárias. 
A ABEPSS permanecerá na  luta em  favor do acesso da  juventude brasileira ao ensino
superior,  junto  às  entidades  nacionais  da  categoria  e  em  aliança  com  todos  que  pensam  que
educação não é mercadoria no Brasil, buscando a ampliação de vagas prioritariamente no setor
público, mas  também  no  setor  privado,  sempre  presenciais  e  acompanhadas  da  qualidade  da
formação  profissional. Nesse  sentido,  damos  continuidade  e  vigor  à  resistência  que marca  o
projeto ético-político profissional que construímos desde 1979 e que completa 30 anos este ano.
A  luta contra a ditadura se  transformou em força democrática de resistência ao neoliberalismo
no Brasil, que vem impondo a lógica “do consumidor” em todas as esferas da vida, e a educação
não foge à regra. Sabemos bem de que lado estamos: do mesmo lado que estivemos desde 1979.
A  ABEPSS  convida  a  todas  e  todos,  em  especial  estudantes  e  professores  da  UNITINS,  a
continuar  implementando o Plano de Lutas contra a Precarização do Trabalho e da Formação
Profissional. Dentro disso, nossa exigência é a de que a UNITINS seja de fato uma universidade
pública e ofereça aos estudantes formação profissional presencial e de qualidade.
 
Brasília, 25 de agosto de 2009
 
Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS)

fonte http://www.cress-es.org.br/cress/imagens/file/Nota_da_ABEPSS_sobre_o_Descredenciamento_da_UNITINS.pdf


ENESS 2009

5 julho, 2009

XXXI ENESS – A memória, mais que a lembrança do passado é a construção do futuro.

 19 a 25 de Julho de 2009
Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ – Cidade Universitária/ Fundão
Rio de Janeiro – RJ
CEP: 21941-917
Mesas de Debate:

Conjuntura: Crise do Capitalismo

Eixos:
Eixo 1 – Análise da crise econômica: os rebatimentos no mundo do trabalho com o aumento do exercito de reserva e os impactos na classe trabalhadora.
Eixo 2 – Os efeitos da política neoliberal/imperialista na conjuntura da América Latina: a resistência dos Movimentos Sociais frente à crise econômica e ao aprofundamento do processo de criminalização.

 

Palestrantes:
Valério Arcary
Gilmar Mauro- MST
Luiz Scapi -NEP 

Formação Profissional:”30 anos do Congresso da Virada: começaria tudo outra vez se preciso fosse”.

Eixos:
Eixo 1 – Avanços e retrocessos na formação profissional e a crise do projeto ético político.
Eixo 2 – A materialização do conhecimento: debate da dicotomia entre teoria e prática.
Eixo 3 – O protagonismo do estudante na formação profissional.

Palestrantes:
José Paulo Neto (eixo 1)
Sergio Lessa (eixo 3)
Elaine Behring (eixo 2)

Universidade:Educação que temos e a educação que queremos.

Eixos:
Eixo 1 – A universidade em tempos de crise
Eixo 2 – As diversas faces da reforma universitária (REUNI, PROUNI, EAD, Novo Vestibular,ENADE, Redesenho Institucional)
Eixo 3 – Educação popular.
Eixo 4 – Universidade pública, gratuita, presencial, laica e socialmente referenciada para todas (os).

Palestrantes:

Roberto Leher (ANDES-SN)
Ivonete Boschetti (CFESS)
Roberta Transpadini (via campesina) (eixo 3)

Movimento Estudantil: “Nas ruas, nas praças quem disse que sumiu aqui está presente o Movimento Estudantil”

Eixos:
Eixo 1 – Protagonismo juvenil nas lutas dos Movimentos Sociais 
Eixo 2 – A importância histórica do Movimento Estudantil e a Formação Profissional
Eixo 3 – A importância da autonomia e da unidade nas lutas do ME: Reorganizar o MESS para na luta avançar.

Palestrantes: 
Romero (UFS)
Beatriz Abramides
Russo (FEAB)

Cultura: A dimensão da cultura na disputa pela hegemonia: as opressões, a contra-hegemonia e a construção de um novo sujeito.

Eixos:
Eixo 1 – A construção de espaços de contra cultura como resistência as várias formas de opressões (gênero, sexualidade, raça, etnia e gerontológica);
Eixo 2 – A pós-modernidade e sua influencia nos movimentos sociais;
Eixo 3 – A mídia burguesa como instrumento de dominação cultural e os desafios para a democratização da comunicação.

Palestrante:
Marcelo Paixão (UFRJ) (eixo 1)
Cristina Bezerra (UFJF) (eixo 2)
Arbex (Brasil de Fato) (eixo 3)

 

PROGRAMAÇÃO

 DOMINGO 19/07
 
7:00 – 8:00 - CAFÉ
INSCRIÇÃO
12:00 – 14:00 - ALMOÇO
INSCRIÇÃO
18:00 – 20:00 - JANTAR
20h – 22h - OFICINA DE METODOLOGIA – BRIGADAS

SEGUNDA 20/07
 
7:00 – 8:00 - CAFÉ
8:00 – 9:00 - MESA de ABERTURA
9:00 – 11:00 -REGIMENTO INTERNO (Plenária inicial)
11h – 12h – Apresentacão dos Coletivos
12h30 – 14:00 - ALMOÇO
14:00 – 15:00 - Brigadas (conjuntura)
15h – 17h30 - PAINEL (conjuntura)
17h30 – 18h30 - Brigadas (conjuntura)
18:30 – 20:00 - JANTAR
TERÇA 21/07
 
7:00 – 8:00 - CAFÉ
8h30 – 9h30- Brigadas (Form. Prof.)
9h30 – 12h - PAINEL (Form. Prof.)
12:00 – 13h30- ALMOÇO
13h30 – 15h - Brigadas (Form. Prof.)
15:00 – 17:00 - OFICINA I
17:00 – 19:00- Reunião Regionais
19:00 – 20:30-  JANTAR
20:30 – 22:00 - TEMPO LIVRE
22:00 -  NOITE CULTURAL

QUARTA 22/07
 
 7:00 – 8:00 - CAFÉ
8h30 – 9h30- Brigadas (universidade)
9h30 – 12h - PAINEL (Universidade)
12:00 – 13h30 - ALMOÇO
13h30 – 15h-  Brigadas (Universidade)
15h30  – 16h30 - Brigadas (Mov. Estud.)
16h30 – 19h – PAINEL (Mov. Estud.)
19h – 20:30 - JANTAR (abertura da inscricão de chapa)
20:30 – 22h- Brigadas (mov. Estudantil)  
 22:00- NOITE CULTURAL

QUINTA 23/07
 
 7:00 – 8:00-CAFÉ
8h30 – 9h30 - Brigadas (Cultura)
9h30 – 12h- PAINEL (Cultura)
12:00 – 13h30 - ALMOÇO
13h30 – 15h - Brigadas (cultura)
15h – 18h - Mesa Redonda Estatuto
18:00 – 19h30-  JANTAR
19h30 – 22:00 – Momento Livre Relatoria
22:00 - Fim da inscrição - NOITE CULTURAL

SEXTA 24/07
 
7:00 – 8:00 - CAFÉ
 9:00 – 12:00 - Plenária Final
12:00 – 13h30 - ALMOÇO
14:00 – 16:00 – DEBATE ENTRE CHAPAS
16h – 18h-  Reunião das Escolas
18:00 – 19h30 -JANTAR
19h30 – 21h30 - Eleicão ENESSO
 22:00 - FESTA DE ENCERRAMENTO

SÁBADO (25/07)
 
7:00 – 8:00- CAFÉ
8:00 – 10:00- Oficina II
10:00 – 12:00 – BALANÇO E PERSPECTIVAS
12:00 – 14:00  – ALMOÇO

fonte: http://enessor4.org/eventos.aspx?id=100


GOLPE MILITAR NA HONDURAS

29 junho, 2009

Nota do MST sobre o golpe em Honduras Defesa da democracia, solidariedade às organizações da Via Campesina e ao povo de Honduras 28/06 .

Com o objetivo de aprofundar a democracia e conseguir uma maior participação democrática, há alguns meses as organizações sociais de Honduras, junto ao presidente Manuel Zelaya Rosales, promoveram uma Consulta Popular para este 28 de Junho de 2009.

Com grande surpresa, o dia de hoje às 5h da manha, as Forças Armadas executaram um Golpe de Estado contra o presidente Zelaya, impedindo assim as aspirações democráticas da população, que se preparava para realizar a Consulta Popular.

Ao conhecer a notícia, as organizações sociais de Honduras, incluindo as entidades que fazem parte da Via Campesina, saíram às ruas para repudiar o golpe de estado e exigir o regresso do presidente Zelaya à suas funções, como garante a lei.

O governo do presidente Zelaya, que tem se caracterizado por defender os operários e camponeses, é um defensor da Alternativa Bolivariana das Américas (Alba). Durante o seu mandato, ele tem promovido ações que beneficiam os camponeses hondurenhos.

Acreditamos que esses fatos são ações desesperadas da oligarquia nacional, da direita e, em especial, das grandes empresas transnacionais, que pretendem preservar os seus privilégios econômicos. Para isso, utilizam a força militar e algumas instituições do país, como o Parlamento, os ministérios, a imprensa neoliberal e outros.

Diante desse repudiável fato, a Via Campesina Internacional demanda:

1 – Restabelecimento da ordem constitucional, sem derramamento de sangue.

2 – Conclamamos ao Exército que não reprima a população de Honduras que exige o retorno da democracia.

3 – Respeito à integridade física dos dirigentes sociais, incluindo Rafael Alegria, dirigente internacional da Via Campesina.

4 – Exigimos o retorno do Presidente Zelaya a suas funções em Honduras

5 – Que as autoridades garantam o pleno exercício democrático da consulta popular, garantindo a livre expressão popular.

A Via Campesina Internacional está atenta a qualquer tipo de violação dos direitos de nossos lideres e organizações, como com o que pode acontecer com o povo de Honduras nestes momentos difíceis.

Convocamos as organizações campesinas e outros movimentos sociais a protestar em frente às embaixadas e consulados de Honduras e a enviar cartas rechaçando o golpe de estado às embaixadas em cada um de seus países. Nos solidarizamos com nossas organizações campesinas em Honduras. .

Comitê Internacional de Coordenação da Via Campesina .

Globalizemos a luta! Globalizemos a esperança! .

Mali, Africa, 28 de Junho de 2009 —————————— Igor Felippe Santos Assessoria de Comunicação do MST Secretaria Nacional – SP Tel/fax: (11) 3361-3866 Correio – imprensa@mst.org.br Página – www.mst.org.br às 19:25

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XXXI CONESS e II CFPMESS

30 abril, 2009

XXXI CONESS e II CFPMESS

XXXI Conselho Nacional de Entidades de Base de Serviço Social

 II Curso de Formação Política do Movimento Estudantil de Serviço Social

Congresso da Virada 1979:

“A memória, mais que lembrança do passado, é construção do futuro”

 Cada época descobre um aspecto da condição humana. Em cada momento o homem se decide a respeito de si mesmo. A época e o país determinam aqueles problemas que passam para o primeiro plano e exigem uma resposta pela ação. Um dia pusemos em dúvida a utilidade de nosso trabalho. Em outro dia qualquer de1965. E assumimos um certo grau de liberdade, o que nos permitiu optarmos entre muitas possibilidades e nos colocarmos onde nossa consciência histórica nos indicava. Nesse dia soubemos o que era ruptura (Natalio Kisnerman).

 O XXXI Conselho de Entidades Estudantis de Serviço Social congrega os Centros/Diretórios Acadêmicos das escolas de Serviço Social para a construção do XXXI ENESS. Todos os momentos do encontro, assim como sua metodologia, devem ser pensados e discutidos com o corpo estudantil em cada escola, para que o que cada representante encaminhar ao CONESS seja uma decisão democrática que represente a voz do coletivo.  

 O II Curso de Formação Política do MESS tem como objetivo sensibilizar os participantes para sua importância coletiva na construção de um novo MESS e, principalmente, de uma nova sociedade. A práxis revolucionária deve ser usada como ferramenta para a elevação da consciência, sempre reafirmando que o processo de formação política proporciona elementos para uma ação reflexiva que reafirme o ideal de uma transformação societária.

  O XXXI CONESS E II CFPMESS acontecerão nos dias

22, 23, 24 e 25 de maio de 2009

ENDEREÇO:

Pousada Tia Bila, Rodovia do Sol Km 18, Vila Velha – ES.

Onde e Como chegar

ENDEREÇO:

Pousada Tia Bila, Rodovia do Sol km 18, Circuito do Sol, Barra do Jucu, Vila Velha – ES.

Como Chegar:

• Do aeroporto: Atravessar a avenida e pegar o ônibus 501 – Terminal Itaparica ou qualquer outro para o mesmo terminal, descer neste terminal e pegar o ônibus 613 – Ponta da Fruta.

• Da rodoviária: Ir para o ponto de ônibus em frente à entrada da rodoviária (onde passam os ônibus sentido Vitória) e pegar o ônibus 557 – Terminal de Itaparica ou qualquer outro para o mesmo terminal, descer neste terminal e pegar o ônibus 613 – Ponta da Fruta.

• Para quaisquer das alternativas: pedir para descer no ponto da Marmoraria Gramazan. O local fica logo a cima e pode ser visto facilmente.

CRONOGRAMA DO XXXI CONESS E II CFPMESS

Horário

Sexta – 22 de Maio (CFPMESS)
07h Credenciamento
10h Abertura e reunião de brigadas
11h30min Almoço
12h30min Tempo Tarefa
13h30min Como Funciona a Sociedade – Luta de classes, infra e superestrutura, relação de produção, relação de trabalho. (Facilitador)
14h30min Discussão em Brigadas
15h30min Exposição das Brigadas
16h20min Debate
17h20min Tempo Livre
18h Brigadas – Levante Histórico – Movimentos Sociais, Movimento Estudantil, Movimento da Categoria – Ditadura Militar e Redemocratização do Brasil.  (Brigadas)
19h Jantar
20h  Exposição das Brigadas
20h50min Facilitadora
21h50min Cochicho e debate
22h30min Apresentação cultural
Horário Sábado – 23 de Maio (CFPMESS)
07h Café da Manhã
08h Brigadas – Discutir a partir da (auto) crítica, sobre “Sujeito e Revolução”, sobre o “fazer militante”. Refletir sobre novos valores sociais, sobre uma nova moral, pensando o novo homem e na nova mulher a partir da práxis.
09h Exposição das Brigadas
09h50min Facilitador
10h50min Cochicho e Debate
12h Almoço
13h Tempo Tarefa
14h Tempo Livre
15h Brigada – Qual a importância de se organizar e como se organizar? A partir desse questionamento, fornecer subsídios para entendermos as formas de organização (partidos de quadro e massa, corrente, movimentos sociais, anarquismos etc.). (Brigadas)
16h Exposição das Brigadas
16h50min Facilitador
 17h50min   Cochicho e Debate
 19h  Jantar
20h Mística de Encerramento e Construção do Ato
22h Noite Cultural
Horário Domingo – 24 de Maio (CONESS)
07h Café da Manhã
08h Leitura do Regimento Interno do XXXI CONESS
08h30min Mesa de Abertura – Conjuntura – CRESS, ABEPSS, ENESSO
10h Construção do XXXI ENESS
12h Almoço
14h Tempo Tarefa
15h Construção do XXXI ENESS
19h Jantar
20h Construção do XXXI ENESS
22h Noite Cultural
Horário Segunda – 25 de Maio (CONESS)
7h Café da Manhã
8h Construção do XXXI ENESS
12h Almoço
13h Tempo Tarefa
14h Construção do XXXI ENESS
18h Lanche
18h30min Avaliação do Encontro
19h30min Encerramento

 O CFPMESS será dividido (e conectado) em quatro momentos:

SEXTA-FEIRA, 22 de maio de 2009

 

 

 

13:30

Às

14:30

1º Momento: Como funciona a sociedade

 

1ª Fase: Exposição pelo(a) Facilitador(a): Reinaldo Carcanholo 
* Fornecer subsídios para que os estudantes possam apreender como funciona a sociedade, entender as características do modo de produção capitalista (relações de produção, infra e superestrutura, contradição capital x trabalho). Relações sociais, políticas, econômicas e culturais.  * Conectar a CRISE ECONÔMICA. Deixar a mensagem do nosso papel neste processo histórico.
  OBS: Sabemos da dificuldade de se realizar essa tarefa em 1:00 hora, mas achamos que esses pontos são extremamente importantes para que os estudantes possam compreender a sociedade capitalista e o processo histórico em que vivemos, e a importância do nosso papel como sujeito histórico desse processo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

14:30

Às

15:30

2ª fase: (brigadas):Estudo coletivo pelos estudantes das colocações feitas pelo facilitador no primeiro momento (auxilio do texto fornecido como subsídio) 
Este momento será para que o/a ESTUDANTE DO SERVIÇO SOCIAL faça o exercício de pensar como se estrutura os processos de produção e reprodução da vida material na sua realidade, enfatizando os temas que estudamos em sala no decorrer de nossa formação profissional a respeito da questão social e do conflito K-T.
OBS: Os estudantes farão a leitura do texto fornecido como subsídio em brigadas, e aprofundarão as colocações feitas pelo facilitador. (Neste momento o facilitador ou a comissão de assessoria poderão fornecer questões geradoras)

15:30

Às

16:20

Exposição das brigadas: A partir disso as brigadas ou núcleos deverão apresentar em plenária os pontos que foram considerados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

16:20

Às

17:20

3ª fase DEBATE:
O(a) Facilitador(a) trabalhará os pontos centrais das exposições das brigadas aprofundando em alguns e fazendo a devida relação com a sua exposição e com a conjuntura. 
OBS: Entre outros temas que serão propostos e abordados, o facilitador(a), terá a tarefa de sintetizar e relacionar com as análises das brigadas. Numa perspectiva de demonstrar o conflito mais a âmbito nacional, e sua correlação com a conjuntura. 

 

 

 

 

 

 

 

18:00

Às

19:00

2º Momento: Levante Histórico

 

1ª fase: (brigadas):Formação das brigadas para o estudo coletivo pelos estudantes (auxilio do texto fornecido como subsídio) 
  Os estudantes farão o estudo em brigadas com a leitura do texto fornecido como subsídio, e debaterão sobre o contexto histórico. (Neste momento o facilitador ou a comissão de assessoria poderão fornecer questões geradoras) 

20:00

Às

20:50

Exposição das brigadas: A partir disso as brigadas ou núcleos deverão apresentar em plenária os pontos que foram considerados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20:50

Às

21:50

 

2ª fase: Exposição pelo (a) Facilitador(a) 
Levante Histórico do Serviço Social, do Movimento Estudantil e de Movimentos da Sociedade a partir da década de 60 no intuito de estabelecer uma relação dialética na análise do processo histórico, no intuito de subsidiar a apreensão do “onde estamos hoje”. O que todo esse contexto influenciou na luta de classes no atual momento histórico na América Latina e no Brasil.
OBS: Este momento será para que o facilitador faça sua exposição relacionando  às exposições ou dúvidas das brigadas e contextualizando com o Movimento Estudantil de Serviço Social e o Movimento da categoria.

 

 

 

 

 

 

 

21:50

Às

22:30

3ª fase: Cochicho e Debate

 

Após a exposição do facilitador os estudantes comentarão sobre a exposição num tempo menor que normalmente nas brigadas e com os colegas mais próximos (espacialmente). Como um cochicho para então iniciar o debate.

 

 

 

 

SÁBADO, 23 de maio de 2009

 

 

8:00

Às 9:00

3º Momento: “Sujeito da Revolução”

 

1ª fase: (brigadas):Formação das brigadas para o estudo coletivo pelos estudantes (auxilio do texto fornecido como subsídio) 
  Os estudantes farão o estudo em brigadas com a leitura do texto fornecido como subsídio, e debaterão sobre o contexto histórico.  Discutir a partir da (auto)crítica, sobre “Sujeito e Revolução”, sobre o “fazer militante”. Refletir sobre novos valores sociais, sobre uma nova moral, pensando o novo homem e na nova mulher a partir da práxis. Suscitar os valores da solidariedade, da liberdade, do coletivismo, da crítica, da (auto)crítica, do querer bem, do amor revolucionário, do estudo e etc. (Neste momento o facilitador ou a comissão de assessoria poderão fornecer questões geradoras) 

9:00

Às

9:50

Exposição das brigadas: A partir disso as brigadas ou núcleos deverão apresentar em plenária os pontos que foram considerados. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

9:50

Às

10:50

2ª fase: Exposição pelo (a) Facilitador(a) 
Discutir a partir da (auto)crítica, sobre “Sujeito da Revolução”, sobre o “fazer militante”. Refletir sobre novos valores sociais, sobre uma nova moral, pensando o novo homem e na nova mulher a partir da práxis. 
OBS: Este momento será para que o facilitador faça sua exposição relacionando  às exposições ou dúvidas das brigadas.

 

 

 

 

 

 

 

10:50

Às

12:00

3ª fase: Cochicho e Debate

 

Após a exposição do facilitador os estudantes comentarão sobre a exposição num tempo menor que normalmente nas brigadas e com os colegas mais próximos (espacialmente). Como um cochicho para então iniciar o debate.

 

 

 

 

 

15:00

Às

16:00

4º Momento: Porque e como se organizar?

 

1ª fase: (brigadas):Formação das brigadas para o estudo coletivo pelos estudantes (auxilio do texto fornecido como subsídio) 
  Os estudantes farão o estudo em brigadas com a leitura do texto fornecido como subsídio, e debaterão sobre a importância de se organizar e como se organizar. (Neste momento o facilitador ou a comissão de assessoria poderão fornecer questões geradoras) 

16:00

Às

16:50

Exposição das brigadas: A partir disso as brigadas ou núcleos deverão apresentar em plenária os pontos que foram considerados. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

16:50

Às

17:50

2ª fase: Exposição pelo (a) Facilitador(a) 
Qual a importância de se organizar e como se organizar? A partir desse questionamento, fornecer subsídios para entendermos as formas de organização (partidos de quadro e massa, corrente, movimentos sociais, anarquismos, estratégia e tática).
OBS: Este momento será para que o facilitador faça sua exposição relacionando  às exposições ou dúvidas das brigadas, relacionando a correlações de forças da conjuntura.

 

 

 

 

 

 

17:50

Às

19:00

3ª fase: Cochicho e Debate

 

Após a exposição do facilitador os estudantes comentarão sobre a exposição num tempo menor que normalmente nas brigadas e com os colegas mais próximos (espacialmente). Como um cochicho para então iniciar o debate.

 

 

 

 

É importante perceber que fizemos o exercício inverso do que estamos acostumados. Não é uma questão de transferência de conhecimento de uns para os outros, mas de construção do conhecimento… Parece insignificante, mas acreditamos que isso possa fazer grande diferença. Os estudantes terem a possibilidade de burlar o sistema domesticador de ensino que nos imputa o direito de falar, de pensar e de nos fazer presentes neste mundo… Como nos ensina Paulo Freire e isso, pode parecer pequeno, faz TODA a diferença!

 “Meu papel no mundo não é só o de quem constata o que ocorre, mas também o de quem intervém como sujeito de ocorrências (…) constato não para me adaptar, mas para mudar” (PAULO FREIRE)

 

Um chamado a todos os estudantes que participarão do

II CFPMESS e do XXXI CONESS.

Acontecem todas as noites, a conhecida CULTURAL e para esses momentos é muito importante saber que:

  • Na noite de SEXTA teremos o PALCO LIVRE, um ambiente de trocas para que possamos conhecer um pouco mais desse brasilzão de culturas infinitas. Mas para que o PALCO LIVRE aconteça é necessário que TODOS os estudantes contribuam culturalmente. Por isso convidamos os poetas, os músicos, os atores, os cantores, ou seja, os estudantes, para que tragam de suas localidades instrumentos, poesias, musicas, teatros, contos, danças, e tudo mais que seja possivel.
  • E ainda, na noite de DOMINGO comemoraremos o Congresso da Virada, que neste ano completa seus 30 anos. E como será uma festa temática, convidamos TODOS os estudantes que incorporem essa comemoração e tragam para o encontro roupas para se vestirem como nos ANOS 70. Uma dica é se atentar na diversidade de movimentos dessa década: movimento hippie (com muita pantalona, estampas coloridas e plataforma), estilo black power, era do disco (com muito brilho, meia lurex e jaqueta de couro).

IMPORTANTE É NÃO ESQUECER!!!!

  INSCRIÇÕES

 

  • Com Alimentação:

 CFPMESS (22 e 23) +CONESS (24 e 25) = R$ 70,00

 CFPMESS (22 e 23) = R$ 40,00

 CONESS (24 e 25) = R$ 40,00

  

  • Sem Alimentação

 CFPMESS (22 e 23) +CONESS (24 e 25) = R$ 50,00

 CFPMESS (22 e 23) = R$ 30,00

 CONESS (24 e 25) = R$ 30,00

 Obs.: A Comissão Organizadora encontrou algumas dificuldades para realização do encontro. Tivemos que mudar a data e perdemos o feriado. Nossa programação contará com dois dias de semana, o que inviabilizou a realização do encontro na UFES e em escolas de 1º e 2º graus da região. Tivemos que alugar o espaço e para isso ponderamos ESTRUTURA e PREÇO. O local possui alojamentos com camas e colchões, refeitório, espaço para auditório, banheiros para grande número de pessoas e segurança. Porém fica afastado de centros comerciais, o que inviabiliza a alimentação por fora da inscrição do encontro, que pelo o que podem perceber é de baixo custo. Oferecemos a opção sem alimentação pelo direito de escolha, mas não recomendamos, a não ser que o(a) estudante queira pescar na praia próxima, rs. Contamos com a compreensão e com o desejo de um ótimo CFPMESS e um excelente CONESS.

 

E-mail da Comissão Organizadora:

coness2009@hotmail.com

Mandar e-mail constando:

Nome:

Escola:

Tipo de inscrição

Nº do depósito

Fazer Depósito IDENTIFICADO

Agência: 0662

Operação: 013

Conta: 2660-5

Nome: Marcieli Ramos do Espírito Santo

Comissão Organizadora

  imagem2


::CRESS-ES REALIZA AUDIÊNCIA PARA DISCUTIR ENSINO A DISTÂNCIA. PARTICIPE!

30 abril, 2009

No dia 05 de maio, o Conselho Regional de Serviço Social do Espírito Santo – 17ª Região / ES realiza a Audiência Pública “Formação Profissional e Ensino a Distância (EAD)”. Será às 18 horas, no Plenário da Assembléia Legislativa, em Vitória.

Programação

18h – Abertura da Audiência – Deputado Cláudio Vereza
19h – Diretor de Regulação e Supervisão em Ensino a Distância do MEC, Hélio Chaves Filho
19h30 – Conselheira do Conselho Regional de Serviço Social do Espírito Santo (CRESS-17ª Região), Aline Pandolfi
20h – Coordenadora Regional de Graduação da Regional Leste da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS), Maria Helena Elpídio Abreu
20h30 – Presidente do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), Ivanete Salete Boschetti
21h00 – Representante do Ministério Público Estadual
21h15 – Debate
22h00 – Encerramento

Saiba mais sobre o Ensino a Distância

O tema Educação é pauta das discussões da política nacional com várias divergências que apontam para diversas modalidades de ensino. E o Ensino Superior a Distância (EAD) é a mais expressiva de todas.

O EAD é uma modalidade de aprendizado normatizada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, n° 9.394 de 20 de dezembro de 1996 e regulamentada pelo Decreto n.º 5.622 de 2005, com normatização definida na Portaria Ministerial n.º 4.361, de 2004. Ele se caracteriza pela separação física entre o professor e o aluno.

Em cada esquina…

As propagandas anunciaram o acesso facilitado e de baixo custo à educação superior através do EAD. Esse oba-oba escondia os reais interesses dos segmentos que propagavam a difusão dessa modalidade de ensino.

De maneira oportunista – e com fortes aliados na política brasileira – os empresários do setor de serviços impuseram seus interesses empresariais em direção à privatização, mercantilização e desregulamentação dos diretos sociais.

Objetivo: transformar esses diretos em mercadorias baratas e sem qualidade. Esse é o caso da proliferação desenfreada do Ensino Superior a Distância.

Grandes empresários conseguem, com o aval do Estado brasileiro, abrir em cada esquina, um sem número de espaços de “ensino superior” a distância.

Mercadoria de baixa qualidade

Em 2004 foram catalogados 215 cursos de EAD reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC), ministrados por 116 instituições espalhadas pelo país. Segundo a UNESCO, 84 mil pessoas cursam as chamadas universidades a distância no Brasil.

Como mercadoria, o EAD oferece cursos de graduação para pessoas que tiveram o direto à educação superior negado. As cargas horárias são mínimas, não há suporte didádico-pedagógico e nem acesso à pesquisa e extensão, e com uma educação extremamente conservadora e insuficiente.

Diante da precariedade dos salários da classe trabalhadora brasileira, muitas pessoas abdicam de prioridades para subsistência para comprar uma mercadoria, que será, na maioria dos casos, uma mera promessa de profissão e de melhor inserção no mercado de trabalho.

O mercado de trabalho não absorverá tantas pessoas formadas sob baixos padrões de exigência e qualidade. O diploma garantirá trabalho para todos? E o que dizer da atuação de profissionais com formação insuficiente? Como ficam as pessoas que dependem de seus serviços?

Para tentar responder essas questões, o CRESS-ES realiza a audiência. Participe!


I Curso de Formação Política e XXXI CORESS

27 novembro, 2008

XXXI CORESS

O Movimento Estudantil de Serviço Social (MESS) é historicamente reconhecido por sua organização, politização e pelo seu caráter combativo. O reflexo desta realidade e o motivo da mesma são os fóruns de debates existentes no movimento, como os Encontros realizados anualmente, com discussões políticas e profissionais que ao longo de sua história vêem sendo realizados com estudantes, profissionais e a sociedade, que podem ser contemplados tanto em mesas de debates como em oficinas e/ ou painéis.
Diante disso, temos como um desses espaços políticos o Conselho Regional de Entidades Estudantis de Serviço Social (CORESS) que propõe definir a pauta do ERESS (o que é o ERESS? Serve pra quê?) realizando discussões acerca de formação política e profissional. O CORESS 2008 será realizado pelas escolas de Serviço Social do Espírito Santo: NOVO MILÊNIO, UFES E FACULDADE METODISTA, em conjunto com a ENESSO. Realizar o CORESS no Espírito Santo é a oportunidade de fortalecer a profissão e o movimento estudantil dentro do Estado.

I Curso de Formação Política


O que o movimento estudantil capixaba trará de novidade para o CORESS 2008 será o I Curso de Formação Política da Região V. Buscar e construir uma nova metodologia de encontros do MESS é talvez consenso entre os lutadores e lutadoras estudantes de SSO, visto a defasagem que já se encontra há algum tempo o modelo que temos de encontro. Os encontros acabam não abarcando novos estudantes que não vêem objetividade nas questões tratadas, que quase se reduzem em brigas partidárias e disputas eleitorais.
O Curso de Formação é uma proposta diferenciada de metodologia para os encontros. O objetivo é sair do modelo de mesas de debate com palestrantes e platéia e caminhar para uma formação conjunta, de produção mutua de temáticas, reflexões, debates e produção de conhecimento “… arvorando-se, necessariamente, pelo campo da prática”.
Construir conhecimento coletivamente é substancialmente formação política, pois já se configura uma forma de organização onde todos são sujeitos, corporificando uma nova prática organizativa de reflexão teórica, rumando de forma progressiva e cada vez mais consciente à unidade TEÓRIA+PRÁTICA.

DATA: 12,13 e 14 de dezembro

Local: Faculdade Novo Milênio em Vila Velha


cartaz_coress2008

Faça o deposito com o valor referente ao tipo de

incrição na conta:

Banco: Caixa Economica Federal

Conta:0662 013 4199-0

Robson Scaramussa


Logo após Clique aqui e preencha o formulário de

inscrição.


Programação

25 novembro, 2008

Programação do XXXI Conselho Regional das Entidades Estudantis de Serviço Social – CORESS Região V

12, 13 e 14 de Dezembro

Horário

Sexta – Curso de Formação Política
07h Credenciamento: → Curso de Formação Política → CORESS
08h Café da Manhã
08h30min Análise de conjuntura nacional – 60min
09h30min Formação dos núcleos de discussão por Estado – análise de conjuntura estadual
11h Almoço
13h Exposição dos núcleos (20 min para cada núcleo)
14h20min Facilitador – análise conjuntural dos Estados 40min / Debate: 30 min
15h30min Intervalo
16h Formação dos núcleos – refletindo sobre o Movimento Estudantil e Movimentos Sociais e sua relação com o projeto ético político.
18h Janta
19h Exposição dos núcleos
20h Análise dos Movimentos Sociais e Movimento Estudantil (01 representante do MESS/ 01 representante do M.S./ 01 representante da academia)
21h30min Apresentação Cultural
Horário Sábado
07h Café da ManhãCredenciamento CORESS (para a IES que só virão no sábado)
08h Curso de Formação Política – O Serviço Social (como ele se organiza? Quais desafios e dificuldades?…) / 01 representante da ENESSO, ABEPSS/ CRESS/ CFESS
10h11h Discussão dos estudantes nos núcleosDebate: socialização das discussões
11h30min Mística de encerramento do Curso de Formação
12h30min14h AlmoçoLeitura e aprovação do Regimento Interno – Abertura de inscrições para candidatos à eleição de represente discente ABEPSS Leste
14h30min Reunião ampliada ABEPSS e ENESSO
15h30min18h Construção do XXXI ERESSJanta
20h Construção do XXXI ERESS
22h Noite Cultural – Encerramento das inscrições de candidatos
Horário Domingo
07h Café da Manhã
08h30min Construção do XXXI ERESS
12h Almoço
13h30min Debate e Eleição da representação discente ABEPSS Leste
18h Lanche
19h Encerramento

INSCRIÇÃO CORESS

25 novembro, 2008

Copie, cole no word o formulário abaixo logo após envie preenchido para o e-mail coress.rv@gmail.com

FICHA DE INSCRIÇÃO XXXI CORESS E I CURSO DE FORMAÇÃO POLÍTICA

CURSO DE FORMAÇÃO POLÍTICA

( ) INSCRIÇÃO + ALIMENTAÇÃO – R$ 25,00

( ) INSCRIÇÃO – R$ 10,00

CORESS

( ) INSCRIÇÃO + ALIMENTAÇÃO – R$ 25,00

( ) INSCRIÇÃO – R$ 10,00

CURSO DE FORMAÇÃO POLÍTICA + CORESS

( ) INSCRIÇÃO + ALIMENTAÇÃO – R$ 35,00

( ) INSCRIÇÃO – R$ 10,00

NOME: IES:
Nº DO COMPROVANTE DO DEPOSITO:

Convite à participação e construção do 3º EIV – ES

23 novembro, 2008


Oxalá, por Eduardo Galeano

23 novembro, 2008

Oxalá, por Eduardo Galeano

Barack Obama, primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, concretizará o sonho de Martin Luther King ou o pesadelo de Condoleezza Rice? Esta Casa Branca, que agora é sua casa, foi construída por escravos negros. Oxalá ele não se esqueça disso, nunca.

Obama provará no governo que suas ameaças de guerra contra o Irã e o Paquistão não foram mais do que palavras, proclamadas para seduzir ouvidos difíceis durante a campanha eleitoral?

Oxalá. E Oxalá não caia por nenhum momento na tentação de repetir as façanhas de George W. Bush. Ao fim e ao cabo, Obama teve a dignidade de votar contra a guerra do Iraque, enquanto o Partido Democrata e o Partido Republicano ovacionavam o anúncio dessa carnificina.

Durante sua campanha, a palavra “leadership” foi a mais repetida nos discursos de Obama. Durante seu governo, continuará crendo que seu país foi escolhido para salvar o mundo, tóxica idéia que compartilha com quase todos seus colegas? Seguirá insistindo na liderança mundial dos Estados Unidos e na sua messiânica missão de mando?

Oxalá esta crise atual, que está sacudindo os cimentos imperiais, sirva ao menos para dar um banho de realismo e de humildade a este governo que começa.

Obama aceitará que o racismo seja normal quando exercido contra os países que seu país invade? Não é racismo contar um por um os mortos dos invasores no Iraque e ignorar olimpicamente os muitíssimos mortos entre a população invadida? Não é racista este mundo onde há cidadãos de primeira, segunda e terceira categoria, e mortos de primeira, segunda e terceira?

A vitória de Obama foi universalmente celebrada como uma batalha ganha contra o racismo. Oxalá ele assuma, a partir de seus atos de governo, esta formosa responsabilidade.

O governo de Obama confirmará, uma vez mais, que o Partido Democrata e o Partido Republicano são dois nomes de um mesmo partido?

Oxalá a vontade de mudança, que estas eleições consagraram, seja mais do que uma promessa e mais que uma esperança. Oxalá o novo governo tenha a coragem de romper com essa tradição de partido único, disfarçado de dois partidos, que, na hora da verdade, fazem mais ou menos o mesmo ainda que simulem uma disputa entre eles.

Obama cumprirá sua promessa de fechar a sinistra prisão de Guantánamo? Oxalá, e Oxalá acabe com o sinistro bloqueio a Cuba.

Obama seguirá acreditando que está certo que um muro evite que os mexicanos atravessem a fronteira, enquanto o dinheiro passa livremente sem que ninguém lhe peça passaporte?

Durante a campanha eleitoral, Obama nunca enfrentou com franqueza o tema da imigração. Oxalá a partir de agora, quando já não corre o risco de espantar votos, possa e queira acabar com esse muro, muito maior e vergonhoso que o Muro de Berlim, e com todos os muros que violam o direito à livre circulação das pessoas.

Obama, que com tanto entusiasmo apoiou o recente presente de 750 bilhões de dólares aos banqueiros, governará, como é costume, para socializar as perdas e para privatizar os lucros. Temo que sim, mas oxalá que não.

Obama firmará e cumprirá o protocolo de Kyoto, ou seguirá outorgando o privilégio da impunidade à nação mais envenenadora do planeta? Governará para os automóveis ou para as pessoas? Poderá mudar o rumo assassino de um modo de vida de poucos no qual se rifam o destino de todos?

Temo que não, mas Oxalá que sim.

Obama, primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, concretizará o sonho de Martin Luther King ou o pesadelo de Condoleezza Rice? Esta Casa Branca, que agora é sua casa, foi construída por escravos negros. Oxalá ele não se esqueça disso, nunca.

Publicado originalmente no jornal Página 12 em 6/11/2008 e reproduzido pela agência Carta Maior em 9/11/2008, com tradução de Katarina Peixoto

créditos: http://www.anncol-brasil.blogspot.com/


Crise Mundial

16 outubro, 2008

O combate por alimentos, combustíveis e habitação desafia o capitalismo

por Jaimeson Champion [*]

Nos últimos anos muitos economistas burgueses avançaram a teoria de que economias capitalistas por todo o globo haviam em grande medida “desconectado” da maior economia do mundo, os EUA. A teoria dizia que o advento da União Europeia e o crescimento de poderosas economias na Ásia haviam limitado o risco de que uma crise económica na economia dos EUA pudesse disseminar-se globalmente.

Chega de ilusões. O sistema capitalista global está agora nos espasmos da maior catástrofe económica desde a Grande Depressão. A crise sistémica que emergiu primeiro no sector habitacional dos EUA agora difundiu-se para quase todos os mercados em quase todos os cantos do globo.

Como disse o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, numa recente cimeira no Brasil: a crise económica que emana dos EUA tem “o poder de uma centena de furacões”.

A seguir à dissolução da União Soviética, a qual fazia de contrapeso ao imperialismo estado-unidense, os EUA estenderam brutalmente a sua hegemonia económica por todo o mundo. Os tentáculos do capital financeiro estado-unidense têm estado a sugar quase todos os mercados, em todos os cantos do mundo, aumentando muitíssimo o risco de contágio. A crescente interconectividade transfronteiriça das redes de produção e dos fluxos de capital financeiro tornaram o sistema capitalista global mais instável.

O carácter cada vez mais global desta crise ficou evidente em 6 de Outubro quando os mercados de acções europeus e asiáticos principiaram a semana com mergulhos abruptos.

O FTSE na Grã-Bretanha, o DAX na Alemanha e o CACA 40 em França caíram todos mais de 5 por cento em 6 de Outubro. Na Ásia, o índice Shanghai Composite e o Nikkei também caíram mais de 5 por cento em 6 de Outubro.

O anúncio em 3 de Outubro de que o Congresso dos EUA havia aprovado uma dádiva sem precedentes e criminosa de US$700 bilhões aos bancos aparentemente pouco fez para acalmar os mercados estado-unidense ou internacionais. Os principais índices dos EUA também caíram em queda livre ao tocar o sino de abertura, com o Dow a descer aproximadamente 600 ponto pelo meio dia de 6 de Outubro.

O secretário do Tesouro Paulson tentou vender o salvamento ao público dos EUA dizendo que sem a aprovação desta lei a economia auto-destruir-se-ia. Mas apesar da aprovação da lei do salvamento, a tempestade económica está claramente a continuar com força de furacão.

Líderes europeus anunciaram a sua própria rodada de salvamentos de instituições financeiras ao longo do fim de semana de 4-5 de Outubro. Em 5 de Outubro foram anunciados salvamentos para o Hypo Real Estate, um grande prestamista hipotecário alemão, e para o Fortis, uma companhia bancária e de seguros com sede na Bélgica.

Temendo aparentemente a espécie de corridas bancárias que destruíram instituições financeiras nos EUA, múltiplos países europeus apressaram-se a anunciar planos para garantir depósitos bancários. A Suécia, Alemanha, Dinamarca, Irlanda e Espanha anunciaram todos novos planos para assegurar depósitos.

Capitalismo: um sistema tendente à crise que deve ser abandonado

Políticos e sabichões capitalistas recentemente emitiram a afirmação de que esta crise era evitável e que foi uma questão de “falta de regulamentação” nos mercados financeiros que levou ao actual colapso.

Mas a realidade é que crises económicas tais como aquela que o mundo está actualmente a sofrer de lado a lado são inerentes ao modo de produção capitalista. Estas crises resultam da superprodução capitalista.

Como escreveu Karl Marx em “Teorias da mais valia”, a “Superprodução é especificamente condicionada pela lei geral da produção de capital: produzir até ao limite estabelecido pelas forças produtivas, o que quer dizer explorar a quantidade máxima de trabalho com o montante de capital dado, sem qualquer consideração pelos limites reais do mercado ou as necessidades suportadas pela capacidade para pagar”.

Crises de superprodução irrompem quando trabalhadores já não podem mais permitir-se comprar toda a multidão de bens que os capitalistas os levaram a produzir. A superprodução conduz a mercados saturados, os quais por sua vez levam a uma queda da taxa de lucro para os capitalistas. Confrontados com uma queda da taxa de lucro, a classe capitalista responde com cortes de salários e despedimentos maciços num esforço para cortar custos.

Estes factores são hoje evidentes com mercados de habitação por todo o globo abarrotados com milhões de casas não vendidas, lucros em hemorragia contínua para fora dos bancos e corporações, despedimentos e cortes salariais a continuarem sem pausa.

Mas existe uma alternativa a este sistema apodrecido e tendente à crise, e esta alternativa é o socialismo. Sob o socialismo, a produção não é dirigida pela classe capitalista, e ela não é efectuada com o objectivo de obter lucros. Ao invés disso, sob o socialismo a produção é organizada para atender necessidades humanas específicas. Sob o socialismo, não ocorreria a calamidade absurda de milhões de lares arrestados a ficarem vagos enquanto o número dos sem teto ascende.

A eliminação da produção para lucro elimina a causa raiz das crise de superprodução. Confrontado com uma crise económica global de proporções históricas, a necessidade de eliminar o capitalismo e substituí-lo pelo socialismo nunca foi tão grande.

Combater os arrestos, desafiar as relações capitalistas de propriedade

Felizmente, as sementes de uma revolução socialista à escala mundial estão a ser semeadas diariamente. As sementes estão a brotar nos movimentos conduzidos pelos trabalhadores que combatem os arrestos e neste processo desafiam as relações capitalistas de propriedade. Elas estão a brotar no ressurgimento da esquerda latino-americana, a qual efectua um desafio directo ao imperialismo dos EUA no hemisfério. As sementes de uma revolução socialista estão a brotar nas manifestações militantes contra o aumento dos custos de alimentos e combustíveis que tiveram lugar na África, Ásia, Europa e nos EUA. E estão a brotar nas manifestações espontâneas contra os salvamentos de bancos que se tem verificado através dos EUA.

No seu prefácio à “Crítica da economia política” de Karl Marx, Frederick Engels, referindo-se às crises de superprodução, escreveu: “Cada crise sucessiva está obrigada a tornar-se mais universal e portanto pior do que a precedente”. Ele previu que o resultado final seria “uma revolução social tal como nunca foi sonhada na filosofia dos economistas”.

Com o crescimento da solidariedade da classe trabalhadora, no século XXI ela é capaz de provar que Marx e Engels estavam certos.

Créditos: http://www.anncol-brasil.blogspot.com/
O original encontra-se em http://www.workers.org/2008/world/economy_1016/

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .


Um pouco sobre o que foi o encontro CFESS/CRESS

3 outubro, 2008

Na última sexta-feira, 26 de setembro na ocasião do 37° Encontro Nacional CFESS/CRESS com o tema: “Direitos, Trabalho e Riqueza no Brasil: o conjunto CFESS CRESS na Defesa do Projeto Ético-Político Profissional” assistentes sociais delegados de todos os cantos do país se reuniram para debater diversas questões da categoria profissional do Serviço Social.

O encontro historicamente conhecido como palco de grandes debates, começou no dia 25 e foi até o dia 28 de setembro, manteve a tradição. Importantes decisões foram tomadas para guiar todo o Conjunto, além de orientar assistentes sociais que atuam por todo o Brasil. Tema amplamente discutido foi o Exame de Proficiência e a Graduação à Distância.

Quanto ao primeiro debate, os representantes dos CRESS de todo o país, representando a categoria profissional optou pelo NÃO. Na votação, o resultado ficou o seguinte: A Favor: 32 votos; Contrários: 69; Abstenção: 1.

Um dos argumentos utilizados no debate foi a desunificação das entidades da categoria. Sendo que a Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social (ENESSO) e a Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) eram contrárias ao Exame de proficiência. Votar a favor do Exame, seria desunificar as entidades, representando um prejuízo histórico. Unanimemente, a categoria reafirmou que a ENESSO continua contribuindo para formação profissional e o fortalecimento da categoria e do projeto ético-político do Serviço Social. Houve a leitura de uma carta em defesa da ENESSO produzida por ex-militantes da entidade estudantil (Veja em anexo).

” Para se ter uma idéia, na mesa de Projeto Ético Político, foi reforçado a importância da ENESSO e do Movimento Estudantil em Serviço Social (MESS) na luta pela emancipação político e humana. E a necessidade do Conjunto CFESS CRESS contribuir com este fortalecimento” . Afirma Carina Medeiros, estudante de Serviço Social da PUC-SP.

As estudante representantes da ENESSO Carina Medeiros e Vanessa (PUC-SP), Laura (UnB) Ariely (UCB) avaliaram positivamente o encontro. A plenária final acabou e não houve questionamentos quanto a não implementação do Exame de Proficiência para o Serviço Social. “Muitas coisas boas saíram do Encontro, e temos uma grande responsabilidade agora de compor com a Luta do Conjunto, que é também a nossa luta”. Avalia Carina.

No encontro, ainda foi aprovada uma minuta regulamentando o Estágio, em conformidade com LEI de Estágio aprovada no dia 25 de Setembro pelo Governo Lula, no entanto demarcando o posicionamento político da categoria. Reforçando também a necessidade de uma Política Nacional de Estágio, que deverá sair pela ABEPSS.

Por mais que tenhamos avanços consideráveis oriundos do encontro, não podemos esquecer de tantos outros desafios postos ao Serviço Social na contemporaneidade, principalmente no âmbito da formação profissional, a precarização via o ensino à distância (EaD), a crise nas Ciências Sociais e tantos outros que podemos afirmar: “Serviço Social na LUTA sempre!!!”

Por Cristiano Costa de Carvalho (PUC-MG)


Cartas dos ex-militantes do MESS à ENESSO

30 setembro, 2008

Aos Estudantes de Serviço Social, Coordenadores Regionais da ENESSO e Diretorias de C.A.s e D.A.s do país.

Reunidos em Brasília por ocasião do 37º Encontro Nacional CFESS/CRESS, nós, ex-militantes de várias gerações e correntes do movimento estudantil de Serviço Social nos dirigimos aos membros atuais da ENESSO, diretorias de CAs e Das e aos estudantes em geral , militantes do MESS e das forças políticas que nele atuam, no sentido de manifestar nossa preocupação com a ENESSO, que neste momento se encontra sem uma direção nacional eleita, em função de dificuldades políticas no último ENESS.

A ENESSO é patrimônio político do Serviço Social brasileiro, e foi construída por muitas mãos e forças políticas desde 1979, tendo sido Executiva Nacional, SESSUNE e ENESSO. Em seu âmbito se formaram gerações de assistentes sociais no campo do projeto ético-político, muitos hoje militantes do Conjunto CFESS/CRESS, da ABEPSS, da ALAEITS e dos movimentos de resistência à barbárie capitalista. Nesse momento de contra-reforma do ensino superior é mais do que nunca fundamental que a ENESSO esteja forte, representativa e estruturada.

Daí nosso chamado aos atuais militantes do MESS para que esta crise seja brevemente e de forma consistente superada, já que as tarefas são urgentes. Compreendemos que uma crise pode ter duas saídas: a de sua superação com aprendizado e saldo organizativo e político; ou seu aprofundamento levando a mais fragmentação e enfraquecimento. O entendimento da necessidade de ter uma entidade forte para incidir na luta social nesse momento histórico deve estar acima de diferenças que podem ser decididas no debate democrático. Nesse sentido, esperamos que prevaleça a maturidade, o aprendizado e a busca de uma solução negociada e democrática para o impasse da ENESSO.

Elaine Rossetti Behring (RJ)

Celso Severo (PE)

Alison Cleiton (PB)

Kelly Samara (PB)

Sâmya Rodrigues Ramos (CE)

Sâmbara Paula Ribeiro (CE)

Rodriane de Oliveira (RJ)

Andréia Carla Everton (MA)

Edson Gonçalves Silva (PA)

Maria Cristina de Queiroz Nobre (CE)

Aurineide Maria Cunha (CE)

Régia Maria Prado Pinto (CE)

Adelina Maria Melo Feijão (CE)

Rivânia Lúcia Moura de Anis (CE)

Matheus Thomas (RJ)

Elias de Souza Oliveira (PR)

Marcelo Situonsky (PE)

Charles Travezani de Jesus (ES)

Tiago Barbosa dos Santos (SP)

Thaísa Teixeira Closs (RS)

Marylucia Mesquita Palmeira (CE)

Leile Silvia C. Teixeira (GO)

Fernanda da Silva Fernandes (DF)

Ludmila Weizmann S. Levyski (DF)

Janaína Loeffler de Almeida (MT)

Conceição Rosa Paula Ferreira (MT)

Thallyta de Carvalho Tomimatsu (DF)

Maria Cristina Vidal Cardoso (DF)

Érica Garcia Velasco (MT)

Rosa Helena Stein (DF)

Raimunda Nonata Carlos Ferreira (DF)

Agostinho Soares Belo (PA)

Lélia Penha Vianna Silva (MA)

Terezinha de F. Rodrigues (SP)

Albany Deudesca Silva (SE)

Heleni Duarte Dantas de Araújo (BA)

Wagner Antônio Alves Gomes (MG)

Ruth Brito dos Santos (CE)

Mauricleia Soares dos Santos (SP)

Leonardo Pessoa Borges (PE)

Marlene Merisse (SP)

Kellen Cristina Dalcin (PR)

Renata Marenziuzek dos santos (PR)

Ana Lúcia S. P. Baptista (PR)

Áurea Santomi Fuziwara (SP)

Joana Maria Gouveia Franco. (SP)

Joice Figueiredo Ribeiro (PR)

Érica Karla Melo e Silva (RN)

Ivanete Boschetti (DF)

Créditos: http://br.groups.yahoo.com/group/executivamess/message/25183


Sem Terra ocupam área da Dnit no Espírito Santo

27 setembro, 2008

26/09/2008

Cerca de 500 trabalhadores e trabalhadoras do MST montaram seus barracos às margens da BR-101, em São Mateus, na manhã da quarta-feira (24/9). As 150 famílias chegaram ao local de ônibus e caminhão, cedidos pela empresa privada, que estava com sua área ocupada há 10 dias.

Segundo informações de um dos coordenadores do movimento no norte do Estado, Juraci Portes, o terreno é de propriedade do Dnit (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes). O objetivo do novo acampamento é chamar a atenção dos órgãos competentes para que uma área seja disponibilizado para assentar as famílias. Até o final desta semana outras 200 pessoas devem aderir ao movimento no local.

De acordo com o coordenador, há dez dias os Sem Terra estavam acampados numa área de plantação de cana-de-açúcar, de propriedade particular, no município de Conceição da Barra, mais precisamente entre os distritos de Saionara e Pinheiros. Em 14/9 os acampados receberam uma ordem de despejo, e por meio de negociações conseguiram transporte para deslocar as famílias para o quilômetro 76, em uma área do governo.

“A nossa preocupação é viabilizar um assentamento para as famílias, pois a Reforma Agrária precisa acontecer no Brasil e, principalmente, no Espírito Santo. Aqui no norte do Estado, há muita terra ocupada por grandes plantações de cana e eucalipto e o que queremos é apenas um espaço para morarmos e produzirmos nossa subsistência”.

As negociações entre o governo do Estado e Incra (nstituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) já ocorrem no Espírito Santo, e o coordenador afirmou que o terreno será desocupado assim que uma nova área para o assentamento das famílias for disponibilizada.

(Com informações da Folha de Vitória)

Créditos: http://www.mst.org.br/mst/pagina.php?cd=5830


ENCONTRO CFESS/CRESS

24 setembro, 2008

De 24 a 28 de setembro, mais de 200 pessoas, entre assistentes sociais e assessores, estarão reunidos em Brasília para participarem do maior evento deliberativo do Conjunto Cfess/Cress: o Encontro Nacional. E este ano ele promete ser agitado. Afinal, vários temas controversos serão discutidos, como o exame de proficiência e o depoimento sem danos. O Cress 17ª Região/ES enviará uma delegação composta por nove integrantes, sendo sete delegados e mais os assessores de comunicação e jurídico. “A idéia é afirmar o protagonismo do Espírito Santo dentro do Conjunto Cfess/Cress. Temos avançado em nível estadual com o nosso trabalho e queremos contribuir nas discussões e decisões dentro do Conjunto”, ressaltou a presidente do Cress 17ª Região/ES, Gessimara Sousa.

fonte: http://www.cress-es.org.br/