Nota Pública da ABEPSS sobre o Descredenciamento da UNITINS

31 agosto, 2009

Nos  últimos  dias  recebemos  a  notícia  do  descredenciamento  da  UNITINS  pelo
Ministério da Educação após um  longo processo no qual o órgão público que  tem a atribuição
da fiscalização do oferecimento da educação como um serviço público finalmente cumpriu com
suas  atribuições. Diante  da  precarização  e  desqualificação  do  ensino  superior,  especialmente
com o oferecimento da graduação à distância, a ABEPSS, junto com as entidades nacionais da
categoria,  vêm  cobrando  do Ministério  da Educação  que  exerça  o  seu  papel,  o  que  não  vem
ocorrendo  sistematicamente,  constituindo-se  esta  situação  da  UNITINS  uma  exceção.  Pelo
contrário, este órgão tem incentivado um amplo processo de mercantilização do ensino superior,
o qual vimos denunciando vigorosamente. Portanto, recebemos a notícia do descredenciamento
dos cursos da UNITINS com a seriedade que a situação requer: os arautos da mercantilização,
da precarização e da desqualificação  sofreram uma derrota, em meio a  tantas vitórias desde a
aprovação  da  LDB  que  trouxe  em  seu  bojo  o  laisser-faire  do  mercado  para  a  educação
brasileira, especialmente de nível superior.
A ABEPSS poderá marchar com alunos e professores da UNITINS em defesa do ensino
público,  gratuito,  laico  e  de  qualidade,  e  da  graduação  em  serviço  social  presencial,  que
assegure  a  articulação  entre  ensino, pesquisa  e  extensão,  o  estágio  supervisionado  em  acordo
com  as  requisições  legais  e  profissionais,  e  o  perfil  prático-crítico  previsto  nas  Diretrizes
Curriculares  da  ABEPSS.  Mas  não  nos  posicionaremos  –  nem  aceitaremos  cobranças  e
provocações nesse sentido – em defesa do indefensável: uma instituição pública que se prestava
ao papel de intermediadora de interesses privados, do lucro fácil e rápido, oferecendo o acesso à
formação  como  farsa  e  tragédia.  Na  verdade,  nada  do  que  defendemos  historicamente  vem
sendo assegurado pelas graduações  à distância,  comprometendo ao  fim  e  ao  cabo os  serviços
prestados  à  população  brasileira,  que  poderá  ser  atendida  por  pessoas  que  não  adquiriram  as
competências e habilidades profissionais nem o perfil ético-político que a realidade brasileira e
a  implementação de políticas públicas  requisitam. Em  todo o Brasil, a ABEPSS e o Conjunto
CFESS/CRESS vêm montando dossiês com os desmandos dos “tubarões do ensino”, realizando
audiências  públicas,  impetrando  ações  judiciais. Vimos  assistindo  com  muita  preocupação  e
indignação à bibliografia ser transformada em apostilas empobrecidas e ao processo pedagógico sendo reduzido a encontros circunstanciais e mediados por mídias entre alunos e tutores, muitas
vezes sem a formação em serviço social, em instalações físicas precárias. 
A ABEPSS permanecerá na  luta em  favor do acesso da  juventude brasileira ao ensino
superior,  junto  às  entidades  nacionais  da  categoria  e  em  aliança  com  todos  que  pensam  que
educação não é mercadoria no Brasil, buscando a ampliação de vagas prioritariamente no setor
público, mas  também  no  setor  privado,  sempre  presenciais  e  acompanhadas  da  qualidade  da
formação  profissional. Nesse  sentido,  damos  continuidade  e  vigor  à  resistência  que marca  o
projeto ético-político profissional que construímos desde 1979 e que completa 30 anos este ano.
A  luta contra a ditadura se  transformou em força democrática de resistência ao neoliberalismo
no Brasil, que vem impondo a lógica “do consumidor” em todas as esferas da vida, e a educação
não foge à regra. Sabemos bem de que lado estamos: do mesmo lado que estivemos desde 1979.
A  ABEPSS  convida  a  todas  e  todos,  em  especial  estudantes  e  professores  da  UNITINS,  a
continuar  implementando o Plano de Lutas contra a Precarização do Trabalho e da Formação
Profissional. Dentro disso, nossa exigência é a de que a UNITINS seja de fato uma universidade
pública e ofereça aos estudantes formação profissional presencial e de qualidade.
 
Brasília, 25 de agosto de 2009
 
Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS)

fonte http://www.cress-es.org.br/cress/imagens/file/Nota_da_ABEPSS_sobre_o_Descredenciamento_da_UNITINS.pdf


XXXI CONESS e II CFPMESS

30 abril, 2009

XXXI CONESS e II CFPMESS

XXXI Conselho Nacional de Entidades de Base de Serviço Social

 II Curso de Formação Política do Movimento Estudantil de Serviço Social

Congresso da Virada 1979:

“A memória, mais que lembrança do passado, é construção do futuro”

 Cada época descobre um aspecto da condição humana. Em cada momento o homem se decide a respeito de si mesmo. A época e o país determinam aqueles problemas que passam para o primeiro plano e exigem uma resposta pela ação. Um dia pusemos em dúvida a utilidade de nosso trabalho. Em outro dia qualquer de1965. E assumimos um certo grau de liberdade, o que nos permitiu optarmos entre muitas possibilidades e nos colocarmos onde nossa consciência histórica nos indicava. Nesse dia soubemos o que era ruptura (Natalio Kisnerman).

 O XXXI Conselho de Entidades Estudantis de Serviço Social congrega os Centros/Diretórios Acadêmicos das escolas de Serviço Social para a construção do XXXI ENESS. Todos os momentos do encontro, assim como sua metodologia, devem ser pensados e discutidos com o corpo estudantil em cada escola, para que o que cada representante encaminhar ao CONESS seja uma decisão democrática que represente a voz do coletivo.  

 O II Curso de Formação Política do MESS tem como objetivo sensibilizar os participantes para sua importância coletiva na construção de um novo MESS e, principalmente, de uma nova sociedade. A práxis revolucionária deve ser usada como ferramenta para a elevação da consciência, sempre reafirmando que o processo de formação política proporciona elementos para uma ação reflexiva que reafirme o ideal de uma transformação societária.

  O XXXI CONESS E II CFPMESS acontecerão nos dias

22, 23, 24 e 25 de maio de 2009

ENDEREÇO:

Pousada Tia Bila, Rodovia do Sol Km 18, Vila Velha – ES.

Onde e Como chegar

ENDEREÇO:

Pousada Tia Bila, Rodovia do Sol km 18, Circuito do Sol, Barra do Jucu, Vila Velha – ES.

Como Chegar:

• Do aeroporto: Atravessar a avenida e pegar o ônibus 501 – Terminal Itaparica ou qualquer outro para o mesmo terminal, descer neste terminal e pegar o ônibus 613 – Ponta da Fruta.

• Da rodoviária: Ir para o ponto de ônibus em frente à entrada da rodoviária (onde passam os ônibus sentido Vitória) e pegar o ônibus 557 – Terminal de Itaparica ou qualquer outro para o mesmo terminal, descer neste terminal e pegar o ônibus 613 – Ponta da Fruta.

• Para quaisquer das alternativas: pedir para descer no ponto da Marmoraria Gramazan. O local fica logo a cima e pode ser visto facilmente.

CRONOGRAMA DO XXXI CONESS E II CFPMESS

Horário

Sexta – 22 de Maio (CFPMESS)
07h Credenciamento
10h Abertura e reunião de brigadas
11h30min Almoço
12h30min Tempo Tarefa
13h30min Como Funciona a Sociedade – Luta de classes, infra e superestrutura, relação de produção, relação de trabalho. (Facilitador)
14h30min Discussão em Brigadas
15h30min Exposição das Brigadas
16h20min Debate
17h20min Tempo Livre
18h Brigadas – Levante Histórico – Movimentos Sociais, Movimento Estudantil, Movimento da Categoria – Ditadura Militar e Redemocratização do Brasil.  (Brigadas)
19h Jantar
20h  Exposição das Brigadas
20h50min Facilitadora
21h50min Cochicho e debate
22h30min Apresentação cultural
Horário Sábado – 23 de Maio (CFPMESS)
07h Café da Manhã
08h Brigadas – Discutir a partir da (auto) crítica, sobre “Sujeito e Revolução”, sobre o “fazer militante”. Refletir sobre novos valores sociais, sobre uma nova moral, pensando o novo homem e na nova mulher a partir da práxis.
09h Exposição das Brigadas
09h50min Facilitador
10h50min Cochicho e Debate
12h Almoço
13h Tempo Tarefa
14h Tempo Livre
15h Brigada – Qual a importância de se organizar e como se organizar? A partir desse questionamento, fornecer subsídios para entendermos as formas de organização (partidos de quadro e massa, corrente, movimentos sociais, anarquismos etc.). (Brigadas)
16h Exposição das Brigadas
16h50min Facilitador
 17h50min   Cochicho e Debate
 19h  Jantar
20h Mística de Encerramento e Construção do Ato
22h Noite Cultural
Horário Domingo – 24 de Maio (CONESS)
07h Café da Manhã
08h Leitura do Regimento Interno do XXXI CONESS
08h30min Mesa de Abertura – Conjuntura – CRESS, ABEPSS, ENESSO
10h Construção do XXXI ENESS
12h Almoço
14h Tempo Tarefa
15h Construção do XXXI ENESS
19h Jantar
20h Construção do XXXI ENESS
22h Noite Cultural
Horário Segunda – 25 de Maio (CONESS)
7h Café da Manhã
8h Construção do XXXI ENESS
12h Almoço
13h Tempo Tarefa
14h Construção do XXXI ENESS
18h Lanche
18h30min Avaliação do Encontro
19h30min Encerramento

 O CFPMESS será dividido (e conectado) em quatro momentos:

SEXTA-FEIRA, 22 de maio de 2009

 

 

 

13:30

Às

14:30

1º Momento: Como funciona a sociedade

 

1ª Fase: Exposição pelo(a) Facilitador(a): Reinaldo Carcanholo 
* Fornecer subsídios para que os estudantes possam apreender como funciona a sociedade, entender as características do modo de produção capitalista (relações de produção, infra e superestrutura, contradição capital x trabalho). Relações sociais, políticas, econômicas e culturais.  * Conectar a CRISE ECONÔMICA. Deixar a mensagem do nosso papel neste processo histórico.
  OBS: Sabemos da dificuldade de se realizar essa tarefa em 1:00 hora, mas achamos que esses pontos são extremamente importantes para que os estudantes possam compreender a sociedade capitalista e o processo histórico em que vivemos, e a importância do nosso papel como sujeito histórico desse processo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

14:30

Às

15:30

2ª fase: (brigadas):Estudo coletivo pelos estudantes das colocações feitas pelo facilitador no primeiro momento (auxilio do texto fornecido como subsídio) 
Este momento será para que o/a ESTUDANTE DO SERVIÇO SOCIAL faça o exercício de pensar como se estrutura os processos de produção e reprodução da vida material na sua realidade, enfatizando os temas que estudamos em sala no decorrer de nossa formação profissional a respeito da questão social e do conflito K-T.
OBS: Os estudantes farão a leitura do texto fornecido como subsídio em brigadas, e aprofundarão as colocações feitas pelo facilitador. (Neste momento o facilitador ou a comissão de assessoria poderão fornecer questões geradoras)

15:30

Às

16:20

Exposição das brigadas: A partir disso as brigadas ou núcleos deverão apresentar em plenária os pontos que foram considerados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

16:20

Às

17:20

3ª fase DEBATE:
O(a) Facilitador(a) trabalhará os pontos centrais das exposições das brigadas aprofundando em alguns e fazendo a devida relação com a sua exposição e com a conjuntura. 
OBS: Entre outros temas que serão propostos e abordados, o facilitador(a), terá a tarefa de sintetizar e relacionar com as análises das brigadas. Numa perspectiva de demonstrar o conflito mais a âmbito nacional, e sua correlação com a conjuntura. 

 

 

 

 

 

 

 

18:00

Às

19:00

2º Momento: Levante Histórico

 

1ª fase: (brigadas):Formação das brigadas para o estudo coletivo pelos estudantes (auxilio do texto fornecido como subsídio) 
  Os estudantes farão o estudo em brigadas com a leitura do texto fornecido como subsídio, e debaterão sobre o contexto histórico. (Neste momento o facilitador ou a comissão de assessoria poderão fornecer questões geradoras) 

20:00

Às

20:50

Exposição das brigadas: A partir disso as brigadas ou núcleos deverão apresentar em plenária os pontos que foram considerados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20:50

Às

21:50

 

2ª fase: Exposição pelo (a) Facilitador(a) 
Levante Histórico do Serviço Social, do Movimento Estudantil e de Movimentos da Sociedade a partir da década de 60 no intuito de estabelecer uma relação dialética na análise do processo histórico, no intuito de subsidiar a apreensão do “onde estamos hoje”. O que todo esse contexto influenciou na luta de classes no atual momento histórico na América Latina e no Brasil.
OBS: Este momento será para que o facilitador faça sua exposição relacionando  às exposições ou dúvidas das brigadas e contextualizando com o Movimento Estudantil de Serviço Social e o Movimento da categoria.

 

 

 

 

 

 

 

21:50

Às

22:30

3ª fase: Cochicho e Debate

 

Após a exposição do facilitador os estudantes comentarão sobre a exposição num tempo menor que normalmente nas brigadas e com os colegas mais próximos (espacialmente). Como um cochicho para então iniciar o debate.

 

 

 

 

SÁBADO, 23 de maio de 2009

 

 

8:00

Às 9:00

3º Momento: “Sujeito da Revolução”

 

1ª fase: (brigadas):Formação das brigadas para o estudo coletivo pelos estudantes (auxilio do texto fornecido como subsídio) 
  Os estudantes farão o estudo em brigadas com a leitura do texto fornecido como subsídio, e debaterão sobre o contexto histórico.  Discutir a partir da (auto)crítica, sobre “Sujeito e Revolução”, sobre o “fazer militante”. Refletir sobre novos valores sociais, sobre uma nova moral, pensando o novo homem e na nova mulher a partir da práxis. Suscitar os valores da solidariedade, da liberdade, do coletivismo, da crítica, da (auto)crítica, do querer bem, do amor revolucionário, do estudo e etc. (Neste momento o facilitador ou a comissão de assessoria poderão fornecer questões geradoras) 

9:00

Às

9:50

Exposição das brigadas: A partir disso as brigadas ou núcleos deverão apresentar em plenária os pontos que foram considerados. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

9:50

Às

10:50

2ª fase: Exposição pelo (a) Facilitador(a) 
Discutir a partir da (auto)crítica, sobre “Sujeito da Revolução”, sobre o “fazer militante”. Refletir sobre novos valores sociais, sobre uma nova moral, pensando o novo homem e na nova mulher a partir da práxis. 
OBS: Este momento será para que o facilitador faça sua exposição relacionando  às exposições ou dúvidas das brigadas.

 

 

 

 

 

 

 

10:50

Às

12:00

3ª fase: Cochicho e Debate

 

Após a exposição do facilitador os estudantes comentarão sobre a exposição num tempo menor que normalmente nas brigadas e com os colegas mais próximos (espacialmente). Como um cochicho para então iniciar o debate.

 

 

 

 

 

15:00

Às

16:00

4º Momento: Porque e como se organizar?

 

1ª fase: (brigadas):Formação das brigadas para o estudo coletivo pelos estudantes (auxilio do texto fornecido como subsídio) 
  Os estudantes farão o estudo em brigadas com a leitura do texto fornecido como subsídio, e debaterão sobre a importância de se organizar e como se organizar. (Neste momento o facilitador ou a comissão de assessoria poderão fornecer questões geradoras) 

16:00

Às

16:50

Exposição das brigadas: A partir disso as brigadas ou núcleos deverão apresentar em plenária os pontos que foram considerados. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

16:50

Às

17:50

2ª fase: Exposição pelo (a) Facilitador(a) 
Qual a importância de se organizar e como se organizar? A partir desse questionamento, fornecer subsídios para entendermos as formas de organização (partidos de quadro e massa, corrente, movimentos sociais, anarquismos, estratégia e tática).
OBS: Este momento será para que o facilitador faça sua exposição relacionando  às exposições ou dúvidas das brigadas, relacionando a correlações de forças da conjuntura.

 

 

 

 

 

 

17:50

Às

19:00

3ª fase: Cochicho e Debate

 

Após a exposição do facilitador os estudantes comentarão sobre a exposição num tempo menor que normalmente nas brigadas e com os colegas mais próximos (espacialmente). Como um cochicho para então iniciar o debate.

 

 

 

 

É importante perceber que fizemos o exercício inverso do que estamos acostumados. Não é uma questão de transferência de conhecimento de uns para os outros, mas de construção do conhecimento… Parece insignificante, mas acreditamos que isso possa fazer grande diferença. Os estudantes terem a possibilidade de burlar o sistema domesticador de ensino que nos imputa o direito de falar, de pensar e de nos fazer presentes neste mundo… Como nos ensina Paulo Freire e isso, pode parecer pequeno, faz TODA a diferença!

 “Meu papel no mundo não é só o de quem constata o que ocorre, mas também o de quem intervém como sujeito de ocorrências (…) constato não para me adaptar, mas para mudar” (PAULO FREIRE)

 

Um chamado a todos os estudantes que participarão do

II CFPMESS e do XXXI CONESS.

Acontecem todas as noites, a conhecida CULTURAL e para esses momentos é muito importante saber que:

  • Na noite de SEXTA teremos o PALCO LIVRE, um ambiente de trocas para que possamos conhecer um pouco mais desse brasilzão de culturas infinitas. Mas para que o PALCO LIVRE aconteça é necessário que TODOS os estudantes contribuam culturalmente. Por isso convidamos os poetas, os músicos, os atores, os cantores, ou seja, os estudantes, para que tragam de suas localidades instrumentos, poesias, musicas, teatros, contos, danças, e tudo mais que seja possivel.
  • E ainda, na noite de DOMINGO comemoraremos o Congresso da Virada, que neste ano completa seus 30 anos. E como será uma festa temática, convidamos TODOS os estudantes que incorporem essa comemoração e tragam para o encontro roupas para se vestirem como nos ANOS 70. Uma dica é se atentar na diversidade de movimentos dessa década: movimento hippie (com muita pantalona, estampas coloridas e plataforma), estilo black power, era do disco (com muito brilho, meia lurex e jaqueta de couro).

IMPORTANTE É NÃO ESQUECER!!!!

  INSCRIÇÕES

 

  • Com Alimentação:

 CFPMESS (22 e 23) +CONESS (24 e 25) = R$ 70,00

 CFPMESS (22 e 23) = R$ 40,00

 CONESS (24 e 25) = R$ 40,00

  

  • Sem Alimentação

 CFPMESS (22 e 23) +CONESS (24 e 25) = R$ 50,00

 CFPMESS (22 e 23) = R$ 30,00

 CONESS (24 e 25) = R$ 30,00

 Obs.: A Comissão Organizadora encontrou algumas dificuldades para realização do encontro. Tivemos que mudar a data e perdemos o feriado. Nossa programação contará com dois dias de semana, o que inviabilizou a realização do encontro na UFES e em escolas de 1º e 2º graus da região. Tivemos que alugar o espaço e para isso ponderamos ESTRUTURA e PREÇO. O local possui alojamentos com camas e colchões, refeitório, espaço para auditório, banheiros para grande número de pessoas e segurança. Porém fica afastado de centros comerciais, o que inviabiliza a alimentação por fora da inscrição do encontro, que pelo o que podem perceber é de baixo custo. Oferecemos a opção sem alimentação pelo direito de escolha, mas não recomendamos, a não ser que o(a) estudante queira pescar na praia próxima, rs. Contamos com a compreensão e com o desejo de um ótimo CFPMESS e um excelente CONESS.

 

E-mail da Comissão Organizadora:

coness2009@hotmail.com

Mandar e-mail constando:

Nome:

Escola:

Tipo de inscrição

Nº do depósito

Fazer Depósito IDENTIFICADO

Agência: 0662

Operação: 013

Conta: 2660-5

Nome: Marcieli Ramos do Espírito Santo

Comissão Organizadora

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::CRESS-ES REALIZA AUDIÊNCIA PARA DISCUTIR ENSINO A DISTÂNCIA. PARTICIPE!

30 abril, 2009

No dia 05 de maio, o Conselho Regional de Serviço Social do Espírito Santo – 17ª Região / ES realiza a Audiência Pública “Formação Profissional e Ensino a Distância (EAD)”. Será às 18 horas, no Plenário da Assembléia Legislativa, em Vitória.

Programação

18h – Abertura da Audiência – Deputado Cláudio Vereza
19h – Diretor de Regulação e Supervisão em Ensino a Distância do MEC, Hélio Chaves Filho
19h30 – Conselheira do Conselho Regional de Serviço Social do Espírito Santo (CRESS-17ª Região), Aline Pandolfi
20h – Coordenadora Regional de Graduação da Regional Leste da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS), Maria Helena Elpídio Abreu
20h30 – Presidente do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), Ivanete Salete Boschetti
21h00 – Representante do Ministério Público Estadual
21h15 – Debate
22h00 – Encerramento

Saiba mais sobre o Ensino a Distância

O tema Educação é pauta das discussões da política nacional com várias divergências que apontam para diversas modalidades de ensino. E o Ensino Superior a Distância (EAD) é a mais expressiva de todas.

O EAD é uma modalidade de aprendizado normatizada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, n° 9.394 de 20 de dezembro de 1996 e regulamentada pelo Decreto n.º 5.622 de 2005, com normatização definida na Portaria Ministerial n.º 4.361, de 2004. Ele se caracteriza pela separação física entre o professor e o aluno.

Em cada esquina…

As propagandas anunciaram o acesso facilitado e de baixo custo à educação superior através do EAD. Esse oba-oba escondia os reais interesses dos segmentos que propagavam a difusão dessa modalidade de ensino.

De maneira oportunista – e com fortes aliados na política brasileira – os empresários do setor de serviços impuseram seus interesses empresariais em direção à privatização, mercantilização e desregulamentação dos diretos sociais.

Objetivo: transformar esses diretos em mercadorias baratas e sem qualidade. Esse é o caso da proliferação desenfreada do Ensino Superior a Distância.

Grandes empresários conseguem, com o aval do Estado brasileiro, abrir em cada esquina, um sem número de espaços de “ensino superior” a distância.

Mercadoria de baixa qualidade

Em 2004 foram catalogados 215 cursos de EAD reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC), ministrados por 116 instituições espalhadas pelo país. Segundo a UNESCO, 84 mil pessoas cursam as chamadas universidades a distância no Brasil.

Como mercadoria, o EAD oferece cursos de graduação para pessoas que tiveram o direto à educação superior negado. As cargas horárias são mínimas, não há suporte didádico-pedagógico e nem acesso à pesquisa e extensão, e com uma educação extremamente conservadora e insuficiente.

Diante da precariedade dos salários da classe trabalhadora brasileira, muitas pessoas abdicam de prioridades para subsistência para comprar uma mercadoria, que será, na maioria dos casos, uma mera promessa de profissão e de melhor inserção no mercado de trabalho.

O mercado de trabalho não absorverá tantas pessoas formadas sob baixos padrões de exigência e qualidade. O diploma garantirá trabalho para todos? E o que dizer da atuação de profissionais com formação insuficiente? Como ficam as pessoas que dependem de seus serviços?

Para tentar responder essas questões, o CRESS-ES realiza a audiência. Participe!


Cartas dos ex-militantes do MESS à ENESSO

30 setembro, 2008

Aos Estudantes de Serviço Social, Coordenadores Regionais da ENESSO e Diretorias de C.A.s e D.A.s do país.

Reunidos em Brasília por ocasião do 37º Encontro Nacional CFESS/CRESS, nós, ex-militantes de várias gerações e correntes do movimento estudantil de Serviço Social nos dirigimos aos membros atuais da ENESSO, diretorias de CAs e Das e aos estudantes em geral , militantes do MESS e das forças políticas que nele atuam, no sentido de manifestar nossa preocupação com a ENESSO, que neste momento se encontra sem uma direção nacional eleita, em função de dificuldades políticas no último ENESS.

A ENESSO é patrimônio político do Serviço Social brasileiro, e foi construída por muitas mãos e forças políticas desde 1979, tendo sido Executiva Nacional, SESSUNE e ENESSO. Em seu âmbito se formaram gerações de assistentes sociais no campo do projeto ético-político, muitos hoje militantes do Conjunto CFESS/CRESS, da ABEPSS, da ALAEITS e dos movimentos de resistência à barbárie capitalista. Nesse momento de contra-reforma do ensino superior é mais do que nunca fundamental que a ENESSO esteja forte, representativa e estruturada.

Daí nosso chamado aos atuais militantes do MESS para que esta crise seja brevemente e de forma consistente superada, já que as tarefas são urgentes. Compreendemos que uma crise pode ter duas saídas: a de sua superação com aprendizado e saldo organizativo e político; ou seu aprofundamento levando a mais fragmentação e enfraquecimento. O entendimento da necessidade de ter uma entidade forte para incidir na luta social nesse momento histórico deve estar acima de diferenças que podem ser decididas no debate democrático. Nesse sentido, esperamos que prevaleça a maturidade, o aprendizado e a busca de uma solução negociada e democrática para o impasse da ENESSO.

Elaine Rossetti Behring (RJ)

Celso Severo (PE)

Alison Cleiton (PB)

Kelly Samara (PB)

Sâmya Rodrigues Ramos (CE)

Sâmbara Paula Ribeiro (CE)

Rodriane de Oliveira (RJ)

Andréia Carla Everton (MA)

Edson Gonçalves Silva (PA)

Maria Cristina de Queiroz Nobre (CE)

Aurineide Maria Cunha (CE)

Régia Maria Prado Pinto (CE)

Adelina Maria Melo Feijão (CE)

Rivânia Lúcia Moura de Anis (CE)

Matheus Thomas (RJ)

Elias de Souza Oliveira (PR)

Marcelo Situonsky (PE)

Charles Travezani de Jesus (ES)

Tiago Barbosa dos Santos (SP)

Thaísa Teixeira Closs (RS)

Marylucia Mesquita Palmeira (CE)

Leile Silvia C. Teixeira (GO)

Fernanda da Silva Fernandes (DF)

Ludmila Weizmann S. Levyski (DF)

Janaína Loeffler de Almeida (MT)

Conceição Rosa Paula Ferreira (MT)

Thallyta de Carvalho Tomimatsu (DF)

Maria Cristina Vidal Cardoso (DF)

Érica Garcia Velasco (MT)

Rosa Helena Stein (DF)

Raimunda Nonata Carlos Ferreira (DF)

Agostinho Soares Belo (PA)

Lélia Penha Vianna Silva (MA)

Terezinha de F. Rodrigues (SP)

Albany Deudesca Silva (SE)

Heleni Duarte Dantas de Araújo (BA)

Wagner Antônio Alves Gomes (MG)

Ruth Brito dos Santos (CE)

Mauricleia Soares dos Santos (SP)

Leonardo Pessoa Borges (PE)

Marlene Merisse (SP)

Kellen Cristina Dalcin (PR)

Renata Marenziuzek dos santos (PR)

Ana Lúcia S. P. Baptista (PR)

Áurea Santomi Fuziwara (SP)

Joana Maria Gouveia Franco. (SP)

Joice Figueiredo Ribeiro (PR)

Érica Karla Melo e Silva (RN)

Ivanete Boschetti (DF)

Créditos: http://br.groups.yahoo.com/group/executivamess/message/25183


Paralisação dos estudantes de Serviço Social UFF

18 setembro, 2008

Carta Aberta dos Estudantes de Serviço Social/UFF

Após o colegiado ampliado de 16 de setembro, onde foi muito debatido entre estudantes e professores sobre a implementação do REUNI via ESCOLAS E INSTITUTOS, os estudantes reafirmaram sua posição contraria a este decreto e também, contra todas suas implicações na universidade publica. Isso significa que não cairemos na chantagem do governo, que tenta impor as metas do REUNI sobre a precarização da educação publica.

Sofremos com a falta de professores e assistência estudantil, mas isso não significa que devemos ceder e aceitar as migalhas oferecidas pelo MEC, a efeito do que ocorre com ampliação de vaga de apenas dois professores oferecidos dentro das imposições do REUNI .Não entendemos que este decreto está em disputa, mas sim que somos contrários a ele, pois representa um ataque a educação.

A expansão da universidade não pode ser excludente e nem pode ser acompanhada da precarização do trabalho, portanto, sem discutir o acesso livre e o fim do vestibular estamos colaborando com a lógica excludente da universidade elitista, assim como se superlotamos as salas de aula estaremos precarizando o trabalho dos docente e servidores.

É preciso resistir contra os ataques do governo neoliberal e a hora de nos mobilizarmos unidos, É AGORA!
Queremos sim professores e condições de estudar, assim como queremos que os trabalhadores possam estar dentro da universidade e que esta, esteja a seu serviço.
Porém entendemos que com o REUNI isso não é possível, pelo contrario, é uma afronta, uma tentativa de retirar nossos direitos.

E o que fazer nesse momento, se calar e buscar uma solução administrativa que amenize a situação?
NÃO! Devemos confiar na força do movimento pois, cair na chantagem é aceitar a derrota.
Por essa razão estamos paralisando a escola de serviço social e continuaremos na luta CONTRA O REUNI E POR UMA UNIVERSIDADE A SERVIÇO DOS TRABALHADORES!

ABAIXO O REUNI!
SEJA REALISTA EXIJA O IMPOSSÍVEL!
ATÉ A VITÓRIA!

Diretório Acadêmico Maria Kiehl

Emília Miterofe
DAMK/UFF – “Quem vem com tudo não cansa”
Construindo o MESS e a CONLUTE

http://br.groups.yahoo.com/group/executivamess/message/25011


Cartazes no corredor!!!!

24 abril, 2008

Formação profissional: de que lado você samba?

Em 2008 comemoramos 30 anos de movimento estudantil de Serviço Social a partir de sua organização efetiva em 1978. É reconhecido por todos a fundamental importância deste movimento nos processos políticos históricos da profissão como no movimento de reconceituação, na construção do Código de Ética, na elaboração do currículo mínimo de 1982, bem como nas lutas da classe trabalhadora. Por isso, é através desta carta que nós, do Centro Acadêmico, manifestamos nosso total apoio a todas as formas de questionamento trazido por estudantes, principalmente no que tange à aspectos da formação profissional.

 

É fato que vivemos hoje um período de reestruturação do Estado e desregulamentação das relações econômicas e sociais em uma perspectiva neoliberal. As contra-reformas do Estado, principalmente a Contra Reforma do Ensino Superior, impactam duramente sobre a formação e os espaços sócio-ocupacionais de todos os trabalhadores. Sabemos disso e por isso nós, estudantes e professores do Serviço Social que acreditamos e defendemos a educação pública e de qualidade não podemos ficar calados diante dessa conjuntura.

 

Neste contexto de desmonte da Universidade Pública, destaca-se o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES) que em seu momento de avaliação dos estudantes (ENADE) foi boicotado, por entendermos que esta não é a melhor forma de avaliação. Já em sua etapa de Avaliação Institucional, que se fez presente no curso de Serviço Social da UFES, o MEC atribuiu-o nota máxima. Poderíamos nos sentir lisonjeados ao ver esse resultado estampado no principal veículo de informação de nossa Universidade. Poderíamos nos sentir aliviados em saber que nos está sendo oferecida uma formação de qualidade. Mas será que diante da realidade apresentada anteriormente seríamos coerentes com aquilo que defendemos ao nos deixar envolver por essa avaliação? Será que ela realmente corresponde ao que vivenciamos diariamente? Será que os CARTAZES dos estudantes estavam questionando os esforços dos professores? Ou será que estavam alertando sobre a precariedade vivenciada por todos nós na Universidade?

 

Nesse sentido, estudantes se manifestaram de forma legítima contrários ao resultado desta avaliação por se sentirem comprometidos com a qualidade de nossa formação profissional e entenderem que esta avaliação não traz em sua essência as reais condições de nossa Universidade, longe disso, serve para reafirmar a precarização do ensino, mascarar a negligência do Governo Federal com o Ensino Superior. Não podemos nós, também sermos negligentes!!!

 

O Centro Acadêmico Livre de Serviço Social manifesta total apoio ao questionamento trazido pelos estudantes através dos cartazes nos corredores, à medida que a crítica não foi personalista. Em momento algum, os estudantes manifestantes quiseram atingir o mérito dos professores substitutos. Mas sim, defender a formação profissional e a educação pública de qualidade, luta travada historicamente, inclusive pelos nossos próprios professores quando estes eram estudantes. Devemos tomar cuidado para não cairmos no reducionismo de desvirtuar um debate que deve ser político e transparente. Não devemos abrir mão de construir estratégias coletivas que nos unifiquem reafirmando os princípios do nosso projeto ético político que devem fundamentar nossas ações e estratégias. Não devemos voltar-nos uns contra os outros, mas sim debater e discutir idéias para que construamos uma luta unificada.

 

Contra o SINAES e todo conjunto da Reforma Universitária do governo Lula, em defesa da Educação Pública e de qualidade!

 

 

Centro Acadêmico Livre de Serviço Social

CALSS – 25/04/2008

 

 


A formação Profissional como instrumento de defesa do Projeto ético-político

23 abril, 2008

 

Sendo o Serviço Social uma profissão que historicamente tem se colocado na contra-corrente do sistema capitalista, atualmente conduzido pelos ideais neoliberais, temos que a Formação Profissional é um importante instrumento (talvez o mais importante) na luta pela resistência deste projeto que chamamos de Projeto Ético-Político. As lutas profissionais e cidadãs pela democracia, pela efetivação e ampliação dos diretos sociais e pela transformação societária, vêm sendo construídas a duras penas nos espaços de formação e exercício profissional da categoria. A retomada dos princípios da liberdade total dos mercados cunhada pelos neoliberais mais radicais tem imposto uma mercantilização desenfreada de todos campos das relações sociais, o que faz com que a Educação (fundamental, média e superior) seja vista como um grande negócio para os segmentos monopolistas do capital. A busca desenfreada por lucros primeiro fez com que grande número de faculdades particulares presenciais fosse aberto. Esse movimento foi seguido por um grande número de quebras de faculdades que “não sobreviveram às leis do mercado”. Óbvio, não há demanda para tanto curso que se proliferou. Daí que o Estado foi obrigado a sair, mais uma vez, em defesa do capital: PROUNI – compra de vagas nas IES particulares com verba pública, para permitir que esses segmentos permanecessem vendendo a mercadoria Educação e tendo seu lucro. Nessa dinâmica, ou seja, na mercantilização das relações humanas e sociais, o mercado viu no Ensino à Distância uma forma de reduzir custos e maximizar lucros, típica natureza capitalistas, então passa a haver uma proliferação de EDA’s jamais visto na história. O Estado capitalista cumpre seu papel legitimando sem grandes regulamentações esta modalidade de ensino e a palavra de ordem é: “vamos democratizar o ensino: é mais barato e chega a todas as localidades”. Por outro lado o que vemos é uma formação sem critérios de qualidade, seguindo a dinâmica dos presenciais privados e até dos públicos. A quantidade fala mais alto que a qualidade, ou, enquanto a quantidade fala a qualidade vem sendo calada. Fato é que não há que se debater essa ou aquela modalidade de ensino, essa ou aquela instituição. O que permite a precarização desenfreada é a lógica mercantil, aliás, capitalista da Educação. Nos espaços precarizados de Ensino que se generalizam e chegam até às Universidades públicas princípios fundamentais como não dissossiabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, produção de conhecimento, autonomia, garantia da qualidade, formação de excelência, educação como direito dos cidadãos e das cidadãs e dever do Estado, etc. Esse é o pano de fundo que deve pautar as lutas em defesa da Educação pública, gratuita, laica e de qualidade. O Serviço Social se posiciona claramente nessa arena contra a precarização que se agudiza nas modalidades de graduação à distância. Mas é preciso ficar claro: não se trata de ser contra a democratização, nem da redução dos custos. Somo favoráveis à gratuidade integral, inclusive do transporte, da alimentação e dos materiais didáticos. Até por isso não se trata de responsabilizar os sujeitos, nem objetivamente, através do ultrapassado exame de proficiência, nem moralmente através da discriminação e preconceito para com sujeitos que estudam e se formam em espaços precarizados. É preciso construir instrumentos, tendo em vista uma luta política mais ampla, que vá na perspectiva da superação da mercantilização da vida humana. Surge, nesse momento uma discussão que precisa ser aprofundada, mas que passa pela perspectiva do controle social, e que é já a realidade de algumas profissões do campo da saúde (Odontologia, Medicina, Psicologia, etc) que é a autorização (abertura), funcionamento e reconhecimento condicionada a aprovação dos respectivos conselhos de categoria. Em outras palavras os Conselhos profissionais têm autonomia para autorizar, acompanhar e reconhecer, ou não os cursos de graduação (presenciais e à distância). Esse pode ser um instrumento, certamente não o único. O compromisso que hoje se coloca para profissionais de categorias e para a população em geral é a luta pela emancipação humana. Nesse campo, convocamos estudantes e profissionais e as respectivas entidades representativas (CEFESS/CRESS, ABEPSS e ENESSO) para utilizar a mais rica ferramenta de construção de luta e de novas relações sociais, qual seja, a capacidade de se indignar, pensar, refletir, experimentar e ousar novas formas de fazer enfrentamento ao capitalismo e aos seus idealizadores.

Rafael Vieira Teixeira – Professor do Departamento de Serviço Social da UFES -


Inicío das atividades

11 março, 2008

Um novo ano letivo inicia-se trazendo consigo inúmeras vitórias: a aprovação do Projeto de Lei que regulamenta a vaga de Assistente Social nas varas de família; o boicote massivo à Prova do ENADE; a assinatura do Termo de Compromisso pelo Reitor, contendo diversas reivindicações, como o projeto de Moradia Estudantil, melhorias na biblioteca, melhorias no R.U. Sendo este último uma conquista, após uma semana de ocupação da reitoria pelos estudantes. Mesmo com essas vitórias, a luta não cessou e existem outras que ainda estão sendo travadas, nos exigindo coragem para continuarmos nesta jornada. Após de mais um ano de ataques contra o Ensino Superior através do REUNI, que é a recente faceta da Reforma Universitária, temos a certeza de que ainda há muito pelo que lutar para que possamos ter uma Universidade verdadeiramente Gratuita, Laica e de Qualidade.

Com a aprovação do REUNI alguns questionamentos pairam no ar: e agora como vai ficar nossa formação profissional? E a qualidade do ensino? Perguntas que não são passíveis de respostas simples, mas que nos trazem uma reflexão super importante de que ainda temos muito a fazer. Você calouro deve estar se perguntando: ENADE, REUNI, UNIVERSIDADE LAICA, mas que Diabos é isso?!!!!! Essas são palavras que em breve estarão em seu vocabulário, pois elas estão presentes na realidade do nosso dia-a-dia de estudante universitário. Mas você pode se antecipar, dar um passo à frente: é só continuar antenado neste BLOG, ou melhor ainda, se dirigir ao CALSS e perguntar a qualquer coordenador. Questione, indague, incomode, integre-se, só assim você vai compreender o lugar que agora também fará parte da sua vida acadêmica. Além disso, você conhece e participa de um espaço super importante para sua formação profissional, no qual debatemos e propomos soluções para as demandas do nosso curso. Iniciamos esse espaço informativo com grande certeza que será mais uma ferramenta a ser acrescentada na nossa luta diária.

Por isso dizemos:
BEM VINDO A TOD@S E BOAS AULAS!!

 ”A Universidade deve ser flexível…pintar-se de negro, índio,operárioe camponês ou entao ficar sem portas para que o povo possa invadi-la epinta-la com as cores que quiser” (Che Guevara)


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